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Interview for a brazilian website “Aletrada” by Bela Gregorio

http://aletrada.wordpress.com/2011/11/01/entrevista-waleska-nomura/
Thank you Bela! *~,~*

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Sao Paulo – Brasil – August 2011

August 2011.

By Waleska Nomura.


August 2011.

By Waleska Nomura.


Close up detail 2.

Photo by Waleska Nomura.


Photo by Waleska Nomura.

Close-up detail.

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Odonien

When I was in Cologne, my cousin and her husband took me to see this amazing place. It’s Odonien Biergarten’s workshop. It used to be a scrap yard and now he uses it as his workshop, creating some amazing sculptures out of scrap metal.
Odonien is also a place that offers the independent artists, cultural workers, media activists, scientists and technicians concept developers a space for art, culture and research.
This is a response to Koellner cultural policy and the lack of space for artists to work.
Sometimes they also organize parties in this place.
To find out more about it, visit his website: www.odonien.de

Photo by Waleska Nomura.

Photo by Waleska Nomura.


Photo by Waleska Nomura.

Photo by Waleska Nomura.


Photo by Waleska Nomura.

Photo by Waleska Nomura.


Photo by Waleska Nomura.

Photo by Waleska Nomura.


Photo by Waleska Nomura.

Photo by Waleska Nomura.


Photo by Waleska Nomura.

Photo by Waleska Nomura.


Photo by Waleska Nomura.

Photo by Waleska Nomura.


Photo by Waleska Nomura.

Photo by Waleska Nomura.


Photo by Waleska Nomura.

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Brighton Festival Parade

Each year children and parents from Year 2 are invited to join, with many other schools from Brighton and Hove, in parading through the streets of the city to mark the beginning of it’s annual May Arts festival. Schools work to a central theme but are encouraged to interpret it in their own, individual ways. The Parade is noisy, colourful and huge fun. I took my son to see the parade and these are my favorite ones:

Photo by Waleska Nomura.

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Photo by Waleska Nomura.

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Photo by Waleska Nomura.

Photo by Waleska Nomura.


This year, even Banksy made an appearance.

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Libelulas – Dragon Fly

Libelulas

Libelulas

Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção – Libélula
Matéria publicada no Informativo n° 15 setembro/outubro de 1997
Texto de Marcelo Szpilman*
Poucos se dão conta de que também existem insetos ameaçados de extinção. A pequena divulgação sobre o assunto e a falta de informação de que os mesmos são tão importantes no equilíbrio ambiental quanto os outros animais, aliados à pouca simpatia que exercem nas pessoas em geral, faz com que poucos saibam da existência desses pequenos seres em perigo, como as borboletas, com 28 espécies ameaçadas, e as libélulas, que serão apresentadas nesta matéria, com cinco espécies ameaçadas e uma provavelmente extinta. Existem no Brasil mais de 1.200 das 5.000 espécies de libélula que povoam o mundo inteiro. Apesar das várias denominações vulgares, como lavadeira, cavalinho do diabo, pito, e canzil, seu nome mais comum, libélula, pode ter-se originado dos termos latinos, libellulus, o diminutivo de livro (liber), devido à semelhança de suas asas com um livro aberto, ou libella, que significa balança, e aí o movimento de suas asas, que oscilam levemente durante o vôo, daria respaldo a esta interpretação. Graças ao fantástico aparelhamento biológico que possui, uma libélula consegue planar, o que é impossível para a maioria dos insetos alados. Enquanto uma abelha vibra suas asas 4 vezes por segundo e muitos mosquitos imprimem até 8 batidas, a libélula bate suas asas 50 vezes por segundo. De acordo com a espécies, o tempo de vôo pode variar de dias, como ocorre com as espécies migratórias que possuem asas mais largas e conseguem planar nas correntes aéreas, a alguns minutos por dia. Em média, elas se mantêm voando por 5 a 6 horas diariamente. O absoluto controle de vôo da “demoiselle” (senhorita, como a libélula é chamada pelos franceses), inspirou o brasileiro Alberto Santos-Dumont na criação de seu modelo mais bem sucedido: o Demoiselle. Irrequieta, voando incessantemente, planando, dando rasantes, subindo ou pousando como um helicóptero, a libélula parece ter sempre muita pressa. E motivos não faltam para isso. Toda libélula está sempre vivendo o ponto culminante de sua vida e não tem tempo a perder. Deve procurar parceiros e acasalar em um prazo máximo de dois meses __ tempo entre sua última metamorfose, quando de larva se transformou em libélula, e sua morte __, que corresponde, em algumas espécies, a menos de 10% de seu tempo total de vida. Será preciso entender rapidamente as regras do jogo no novo ambiente, aprendendo a evitar seus predadores e caçando suas presas. Aparelhada com o maior olho proporcional do reino animal, a libélula usa seu sofisticado aparelho visual como um radar. Posicionando-se sempre contra a luz solar, é capaz de detectar movimentos imperceptíveis aos nossos olhos. Em centésimos de segundo, ela identifica se é uma presa, um predador, um rival ou uma possível parceira. Aos inimigos, a lei-do-mais-forte. Aos machos rivais, um violento ataque servirá para marcar presença no território. Caso seja uma fêmea, será o início de um complicado malabarismo, essencial para a preservação da espécie. A cor definitiva do corpo e da asa das libélulas demora alguns dias para se fixar, seguindo diversos matizes de azul, amarelo e vermelho. Em algumas espécies a coloração predomina nas asas, enquanto outras possuem o abdômen colorido e asas transparentes. As cores chamativas e dois pares de asas que não se dobram as tornam incapazes de esconder-se na vegetação, representando uma desvantagem competitiva. Os olhos com visão panorâmica e a habilidade de voar verticalmente, contrabalançam esta equação evolutiva, que tem sido favorável às libélulas.

Caçador e caça

Predadora voraz em seu ambiente, a libélula é capaz de comer 14% de seu peso se alimentando apenas de outros insetos voadores __ abelhas, moscas, besouros, vespas, outras libélulas menores, pernilongos e até o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue __ em um único dia de sua curta existência fora da água. Vivendo apenas de um a dois meses com suas asas, depois de ter passado até cinco anos no ambiente aquático, ela tem pouco tempo para encontrar parceiros e procriar, antes que um predador a encontre primeiro. Recentes pesquisas demonstraram que um pequeno besouro realiza por dia cerca de 150 vôos, conseguindo um índice de sucesso nas caçadas de 43% e comendo 11% do seu peso. Já a libélula, mesmo com pouco tempo de “brevê”, realiza duas vezes mais vôos e tem sucesso em 51% de suas investidas. Enquanto vive na água, a libélula tem de fugir dos sapos, peixes e pássaros. Com asas, ela terá outros inimigos: aranhas, louva-deuses e outros pássaros.

Se tem libélula, a água está limpa

Quem tiver dúvidas quanto à qualidade da água de um rio ou lago pode fazer o “teste da libélula”, que consiste na simples observação se há libélulas na área. Todo rio ou lago com águas limpas tem libélula. No entanto, a menor alteração físico-química da água ou do ar já será suficiente para expulsá-las, além de impedir que dos ovos saiam novas larvas. Deste modo, a presença do inseto funciona como um excelente bioindicador da qualidade do meio ambiente. A grande ameaça à vida das libélulas é a poluição ambiental. Na água, a poluição provoca mudanças drásticas em suas características físicas, como os sedimentos em suspensão, e químicas, tais como alteração do PH, da condutividade e do nível de oxigênio dissolvido na água. No ar, ocorrem processos semelhantes, incluíndo as mudanças climáticas.

Duas metades de um só coração

O tempo de procriação pode variar de alguns minutos em pleno vôo até várias horas de um acasalamento pousado. O que não muda é a posição insólita em forma de coração, formado pelo corpo retorcido do macho e da fêmea. Quando o macho está na presença da fêmea, ele precisa encostar seu pênis, localizado no segundo segmento de seu abdômen, no nono (e penúltimo) segmento, onde são produzidos os espermatozóides. Depois de transportar seu próprio esperma até o pênis, o macho segura a fêmea pela cabeça com uma pinça localizada na extremidade de seu corpo. A fêmea, então, faz também um contorcionismo para que seu orgão genital, localizado no penúltimo segmento, encontre o pênis do macho, formando o coração. Depois da fecundação, os ovos são liberados dentro da água ou em alguma planta submersa.

A larva se tranforma em avião

Duas a três semanas depois de postos os ovos, surgem as larvas das libélulas. Começa então um longo ciclo de vida aquática, que, em algumas espécies, pode durar até cinco anos. Em sua existência submersa, a larva se alimentará de microcrustáceos, filhotes de peixes e outras larvas __ ela atua como ápice de uma importante cadeia alimentar dos ambientes aquáticos dos rios e lagos __ e passará por até 15 sucessivas metamorfoses até se transformar em uma naiade, que já se assemelha ao inseto adulto porém se movimenta no meio aquático através de jatos de água que saem pelo reto, como um sifão. Em um dado momento, atendendo aos chamados de um relógio biológico, cujo mecanismo permanece inexplicado, a naiade faz a transição do meio aquático para o terrestre onde fará sua última metamorfose. A escalada do trampolim para o novo mundo é feita geralmente à noite, para escapar dos predadores. Subindo pela haste de alguma planta, a larva para de se alimentar e se mantém várias horas imóvel se preparando para a mudança. A libélula rompe seu último exoesqueleto pelo dorso, liberando primeiro a cabeça e o tórax e depois o abdômen (o processo leva de 30 a 40 minutos). Suas asas, úmidas, precisarão de duas a três horas para se solidificarem em contato com o ar, quando a libélula estará, então, aparelhada e pronta para decolar.

* Marcelo Szpilman é Biólogo Marinho, Diretor do Instituto Ecológico Aqualung, Editor do Informativo do Instituto e autor dos livros Guia Aqualung de Peixes e Seres Marinhos Perigosos.

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Summer Holiday!

Even though we didn’t have a hot summer yet, I’m enjoying every minute of it with my beautiful boy. I always enjoyed having my son’s company, but I’m enjoying even more now, as we have very good and long conversations about a lot of things from his beautiful world.

Photo by Waleska Nomura.

Peppa Pigs' World.


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Land of the Dinosaurs.


Photo by Waleska Nomura.

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Land of the Dinosaurs.

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Land of the Dinosaurs.

Photo by Waleska Nomura.


Crocodile

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Giraffe

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The attack!

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Garra Rufa Fish

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As I’m on holiday, I’ve decided to treat myself. I’ve always been curious about the Fish Pedicure, so I had it done last week. It’s super tickly! And I screamed so much that I must have scared other clients to have it done ;) In the end, I left the building feeling very relaxed. But I don’t know if it’s because of the Fish Pedicure itself or if it was my screams that released my body of tension ;)

Here are some info:
Garra Rufa fish pedicures are the latest treatment to hit the beauty industry worldwide. The fish, also known as Doctor Fish, gently nibble the dead skin from your hands and feet whilst revitalising the new layer of skin underneath. The effects of dead skin removal from our fish pedicure can be seen and felt instantly, leaving you with baby soft skin and is known to treat skin conditions such as psoriases and eczema.

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Good Morning!!!

Feeling really happy today and I’m ready to paint! *~,~*

The circle of colours

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Happy Energy

These are some photos of my last trip to London.
I wanted to cause a positive reaction, by transforming a neutral or negative space into something happy and positive.

Photo by Waleska Nomura.

A Little Prettier.


Photo by Waleska Nomura.

A Happy Feel.


Photo by Waleska Nomura.

Don't worry, Be Happy


Photo by Waleska Nomura.

Smile.


Photo by Waleska Nomura.

Maybe you will notice me.


Photo by Waleska Nomura.

Nature Will Survive.

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Sun

Those pics were quickly taken from the car. That’s why I love the sky! It’s different everyday! *~,~*

Photo by Waleska Nomura

Sun


Photo by Waleska Nomura

Sky

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Miniland in Legoland

Everything in this Miniland works, including the underground. And the Lego people must be pleased, because the land is so big for them, it would take them a long time to get to the other side without a transport. *~,~*

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Miniland1


Photo by Waleska Nomura

Miniland


Photo by Waleska Nomura

Miniland2


Photo by Waleska Nomura

Miniland3


Photo by Waleska Nomura

Miniland4


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Miniland5


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Miniland6


Photo by Waleska Nomura

Miniland7

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